Ando
me escandalizando com o absurdo - é uma novidade, nunca fui disso. Mas
realmente há coisas que cansam e é exigir demais de si mesmo que se
tolere! A gente precisa conhecer os próprios limites. Se o exercício da
tolerância traz grandes benefícios, por outro lado, é preciso cuidar pra
que ela não se torne complacência.
Eu vou é atrás do que me faz andar pra frente - ou melhor, do que não me impede
de fazê-lo. Há tanta vida pulsando em mim, há tanto o que fazer, e não
podemos deixar de viver a plenitude do nosso potencial porque outros se
sentem ameaçados por ele. Tem gente que tem medo da luz! Isso sempre
existiu, sempre existirá. Se formos viver nessa perspectiva, não seremos
o que Deus nos criou para ser, não diremos ao mundo a que viemos. Não é
nossa obrigação retroceder uma ou mais casas pelo bem da convivência -
ela é muito importante, mas não é o mais importante. Cada um tem os
seus caminhos.
"O que você deve realmente perseguir na vida são as poucas coisas que, em dias cinzas, acendem o brilho dos seus olhos, diante do desânimo, lhe fazem prosseguir, e, mesmo na tristeza, são capazes de arrancar um sorriso do seu rosto." (Natalie Laux)
2 de janeiro de 2014
28 de dezembro de 2013
Retomando o passo
De
tempos em tempos, precisamos rever onde estamos empregando nossa
atenção e com o que temos dissipado nossas energias. O caminho é
desconhecido e cheio de percalços e distrações a que, não raro, nos apegamos
desnecessária ou exageradamente. É neste momento que coisas irrelevantes
e não essenciais começam a ganhar tamanho e espaço e perdemos o foco.
É quando precisamos olhar pra trás, voltar no ponto de onde nos perdemos e retomarmos o passo certo, na direção do que realmente importa e que nos leva a um reencontro com a essência.
É quando precisamos olhar pra trás, voltar no ponto de onde nos perdemos e retomarmos o passo certo, na direção do que realmente importa e que nos leva a um reencontro com a essência.
3 de dezembro de 2013
Vem pra valsa
Eu gostaria de poder te convidar a dançar uma valsa e bailar ao canto da vida. Rodopiaríamos e riríamos leve, você me conduzindo e eu me permitindo levar, confiante estar em braços seguros. Nossos passos andariam em sintonia, completando-se num movimento harmônico e gracioso. Riríamos dos nossos erros e tropeços, diante da vertigem de tanto rodopiar ou da embriaguez provocada pela paixão dos nossos olhares. Nessa valsa, descobriríamos a aventura de viver a dois e ousaríamos entrar e permanecer nela de mãos dadas. E, se um dia a música faltasse, nós, então, daríamos à vida o nosso canto.
15 de novembro de 2013
Inexprimível
É como andar em um balanço, sentindo o corpo leve e o vento tocando o rosto. É como flutuar em águas tranquilas, sentindo a superfície da água beijar a superfície da pele. É como contemplar o pôr-do-sol ao som do canto dos pássaros e perceber que há muito mais além do que nossos olhos podem alcançar. É como efeito de música calma sobre emoções inquietas. É como um mergulho no mar em dia quente. É como andar descalço na areia fresca. É como beber água direto da fonte, sentindo-a passar pela garganta e aliviar a sede.
É como chegar em casa e encontrar o abraço da nossa cama, após um dia intenso de trabalho. É como o colo de quem a gente ama; como o abraço que acalenta a alma. É como sorriso genuíno de criança. Como aquele gesto de amor tão puro, que te constrange e te deixa sem palavras...
É tão leve, tão fresco, tão pleno, tão puro, tão aconchegante, tão simples e tão completo, que é quase inexprimível...
Assim é descansar nos braços do meu Deus!
Natalie Laux
É como chegar em casa e encontrar o abraço da nossa cama, após um dia intenso de trabalho. É como o colo de quem a gente ama; como o abraço que acalenta a alma. É como sorriso genuíno de criança. Como aquele gesto de amor tão puro, que te constrange e te deixa sem palavras...
É tão leve, tão fresco, tão pleno, tão puro, tão aconchegante, tão simples e tão completo, que é quase inexprimível...
Assim é descansar nos braços do meu Deus!
Natalie Laux
11 de novembro de 2013
O caminho inverso
O mundo tem mais cor desde que enxerguei que devo agir para me sentir motivada e, não, esperar a motivação para, então, agir; que tenho de ter iniciativa para mudar as circunstâncias, e não, esperar que elas mudem para ter iniciativa.
Minha cruz ficou mais leve quando entendi que preciso descansar para suportá-la; e, não, suportá-la, para, como recompensa, obter descanso. O caminho se tornou mais emocionante quando passei a encarar as dificuldades não como problemas, mas como desafios.
Os homens me ensinaram a correr atrás da felicidade e, assim, me deixei convencer de que eu não era feliz... e a perdi. Foi, então, que descobri que ela já estava mim e que eu apenas precisava aprender a não vendê-la, na esperança de, um dia, alcançá-la. Hoje, compreendi que preciso ser feliz para viver bem e não, viver bem para ser feliz.
Natalie Laux
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