Impressiona que, com toda a prática de uso da internet que as pessoas têm, hoje, não tenham por princípio desconfiar de muitas informações nela divulgadas e pesquisar um pouco, antes de replicar. Compartilham de tudo,
sem sequer verem se as fontes são confiáveis e, pior, emitem opiniões e
fazem debates (quando não entram em pé de guerra) em cima de
informações falsas.
Obviamente que nenhum de nós
está livre de eventualmente se equivocar diante da variedade de
informações a nosso alcance, mas, em geral, um mínimo de esforço (e este
é o problema) é suficiente pra se certificar se a notícia procede ou
não. Há coisas absurdas sendo compartilhadas por aí! Não custa ponderar
um pouco, antes de levar adiante uma desinformação.
Às vezes,
aparenta que o povo está mais interessado no sensacionalismo do que na
verdade, mesmo - mas ainda prefiro pensar (embora não seja tão melhor)
que isso aconteça, em parte, por uma certa ingenuidade.
Ninguém precisa ou pode entender sobre tudo. Portanto, se não domina o assunto, pergunte, pesquise, considere a hipótese de dúvida, antes de concordar, de se escandalizar e, principalmente, antes de clicar em "compartilhar".
Ser
mulher é contemplar em si esse contraste de uma força extraordinária, de
algum modo (meio mágico) misturada a uma delicadeza singela e de
aparência frágil.
É necessitar de proteção, ao mesmo tempo em que
possui um instinto protetor inigualável e que sabe cuidar como ninguém. É
ser este ser evoluído, de sexto sentido apurado, dotado de um
dispositivo capaz de decifrar olhares e tons de voz e de ouvir além do
que dizem as palavras. É ser essa teia cheia de mistérios que, qualquer
um que ame verdadeiramente, adquiriu o dom de desvendar.
A todas as mulheres que fazem parte da minha vida, amigas e familiares, um Feliz Dia da Mulher - todos os dias! ;)
O
silêncio tem tanto a nos dizer... e paramos pouco para escutá-lo. Sim, é
um paradoxo. Mas precisamos desaprender o que outrora internalizamos:
que o aprendizado depende de som e de palavra. A realidade é muito mais
do que isso e há verdades, no Universo, maiores, que não caberiam no
verbo. Muito têm a nos ensinar a contemplação silenciosa e a apreciação da quietude. Na realidade, é lá que, na maioria das vezes, a
tranquilidade e a sabedoria se encontram: no descanso da palavra.
Ando
me escandalizando com o absurdo - é uma novidade, nunca fui disso. Mas
realmente há coisas que cansam e é exigir demais de si mesmo que se
tolere! A gente precisa conhecer os próprios limites. Se o exercício da
tolerância traz grandes benefícios, por outro lado, é preciso cuidar pra
que ela não se torne complacência.
Eu vou é atrás do que me faz andar pra frente - ou melhor, do que não me impede
de fazê-lo. Há tanta vida pulsando em mim, há tanto o que fazer, e não
podemos deixar de viver a plenitude do nosso potencial porque outros se
sentem ameaçados por ele. Tem gente que tem medo da luz! Isso sempre
existiu, sempre existirá. Se formos viver nessa perspectiva, não seremos
o que Deus nos criou para ser, não diremos ao mundo a que viemos. Não é
nossa obrigação retroceder uma ou mais casas pelo bem da convivência -
ela é muito importante, mas não é o mais importante. Cada um tem os
seus caminhos.
De
tempos em tempos, precisamos rever onde estamos empregando nossa
atenção e com o que temos dissipado nossas energias. O caminho é
desconhecido e cheio de percalços e distrações a que, não raro, nos apegamos
desnecessária ou exageradamente. É neste momento que coisas irrelevantes
e não essenciais começam a ganhar tamanho e espaço e perdemos o foco.
É quando precisamos olhar pra trás, voltar no ponto de onde nos
perdemos e retomarmos o passo certo, na direção do que realmente importa
e que nos leva a um reencontro com a essência.